Chegou o dia de voltar para casa. Um misto de alegria e gratidão toma conta de mim. Novamente,experimento a bondade dos irmãos. O Fábio foi me levar na rodoviária de Cachoeira Paulista. Quando cheguei em São Paulo, lá estava outro anjo chamada Margarida para me deixar em Congonhas. Entrando no carro, ela já foi me dando um super lanche, que havia preparado em casa. Olha, que delicadeza! Nâo precisei nem me preocupar com o almoço.
Cheguei no aeroporto e pensei: o que vou fazer até a hora do voo? Sentei ao lado de um rapaz e comecei a puxar conversa. Interessante, todas as pessoas que estavam a nossa volta estavam com um celular na mão e mal se olhavam. Brinquei com ele: Não quero nada, só conversar mesmo. Rimos e ficamos conversando. Logo, ele teve que embarcar. Fui tomar um café e lá encontrei uma senhora. Começamos a conversar sobre quanto é bom as coisas simples da vida. Na conversa, descobri que ela estava no mesmo voo. Conversamos muito.
Dentro do avião, mais partilha. Conheci a Simone: uma mulher de Deus. Ela partilhava sobre seu matrimônio. Impressionante como Deus conduz a vida dela. Cada partilha deste dia me fez melhor...
Chegando em Brasília, mais um presente. Minha mãe estava no aeroporto para receber. Quer coisa melhor? Diante de tudo o que vivi ao longo destes dias, fica meu coração grato por toda providência e amor. Estas palavras sintetizam o que vivi nesta jornada ao encontro do Papa.
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